sábado, 20 de fevereiro de 2010

Um pai, Um Perdido Longe e Um Perdido Perto

Texto: “Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado. E começaram a festejar o seu regresso.” (Lucas 15.22-24)

1. São três os principais personagens.

a) O pai.
i. Representa Deus em seu amor, misericórdia e compaixão;
ii. Deus é o pai maravilhoso sempre disposto a perdoar, não lançando em rosto a ofensa praticada pelo filho;
iii. Deus é o pai incansável que vigia pessoalmente a estrada que trará de volta o arrependido filho;
iv. Deus é o pai amoroso que oferece ao filho um abraço e um beijo de comunhão, não importando ao seu lastimável estado de miséria;
v. Deus é o pai que não faz acepção de pessoas, que luta para a unidade de sua família.

b) O filho pródigo – um perdido fora de casa.
i. Representa aquele que vive irresponsavelmente;
ii. Representa o filho que não se importa em causar dor e desapontamento aos pais;
iii. O filho que não preza a benção de honrar aos pais;
iv. São aqueles que não reconhecem o amor e o cuidado dos pais;

c) O filho mais velho – um perdido dentro de casa.
i. É aquele que está na casa do pai, mas não comunga dos mesmos sentimentos do pai, não ama e nem perdoa como o pai;
ii. É o filho que não esquece com facilidade das ofensas do passado;
iii. É aquele que não é participante da graça do pai, não se alegrando com a salvação dos perdidos;
iv. É o filho obediente e legalista, porém jamais usufruem da comunhão plena do pai;
v. É o filho que não conhece a qualidade de um pai que a todos concede uma segunda chance.

2. A parábola é divida em três níveis.
a) Em casa;
i. Quebrando regras e bons costumes;
ii. Falta de respeito com a família.

b) Longe de casa;
i. A vida desregrada cheia de amigos e dissolução;
ii. O fim amargo junto aos porcos de um irresponsável;
iii. A trama para voltar para casa.

c) De volta para casa.
i. A estratégia para comover um pai piedoso;
ii. O maravilhoso e inesperado abraço reconciliador do pai;
iii. O doloroso processo de restauração antes da festa da comunhão.

3. Os três objetos da restauração.

a) A melhor roupa. A roupa fala da cobertura dos nossos pecados. (Hb. 8.12; Rm. 3.23; Jô. 8.36);
b) O anel. É um símbolo de autoridade, representa que ele havia sido aceito não como escravo, mas como filho. O filho tem direitos que não são oferecidos a um escravo.

d) O calçado. Representa nossa condição de filhos livres que gozamos na presença do pai. Um escravo andava descalço, sendo facilmente identificada a sua condição social apenas ao olhar para os seus pés.

2 comentários:

Alexandre Pitante disse...

Paz, Pr José Fernandes.

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Um abraço, Alexandre Pitante.

martins111 disse...

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